E de saber da tua existência, borboletas nunca me saíram do estômago. Na verdade, por um tempo elas se transformaram. Foram verdadeiros monstrinhos cá dentro. Perturbavam. Chateavam. Machucavam. Aí, acalmaram. Dormiam a maior parte do tempo, vez ou outra uma acordava e dava uma passeadinha. Inocente.
Agora elas voam, dão piruletas, dançam, brincam, gritam, cantam, riem.
Não se cansem.