Ele acordou pensativo.
A noite anterior tinha sido estranha, boa. Mas tão curta, tão curta!
As poucas horas que conversaram foram ótimas. Mas tão poucas, tão poucas!
E, como disse, ele acordou pensativo. Não aéreo. Mas pensativo. De imediato não sabia o porquê de tanto pensar, ao menos no que tanto pensava.
A ignorância durou poucos segundos.
Era nela que pensava. E passou a noite inteira pensando. Passou a manhã inteira pensando.
Nela. Nela. Nela.
E ficou feliz por saber que existem pessoas por quem vale a pena continuar. Por lembrar o quanto é bom tirar um sorriso gostoso da boca de alguém.
E sorriu feito bobo o dia inteiro.
se nada buscas, me encontras.